Obra
Uma seleção de trabalhos, entre a poesia e a pesquisa, e o arquivo completo, organizado por categoria e com o estado editorial de cada trabalho.
Trabalhos selecionados
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Livro de poemas
Estar na Grama
Poemas escritos, abandonados e retomados ao longo de uma década, que vão do jardim de casa ao universo em expansão, com prefácio de Guilherme Gontijo Flores.
publicado · Patuá, 2024
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publicado · Rebeca, 2025
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Artigo
“Dante e o Humanismo”
A Máquina do Mundo na Comédia e a antecipação do humanismo renascentista. Selecionado para a “Produção em destaque 2021–2024” do Pós-Lit/UFMG.
publicado · Nuntius Antiquus, 2024
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Poesia digital interativa
Noemáfagos
Obra de poesia digital em que cada um dos vinte e um poemas tem uma mecânica própria, um gesto que o leitor executa e que faz parte do argumento do poema. O livro, em preparação, reunirá esses poemas e outros.
publicado · noemafagos.com, 2026
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Tese de doutorado
O nome de tudo
Lê a Máquina do Mundo de Dante, Camões e Drummond como alegoria poético-científica do entendimento do mundo e, a partir da passagem do Mundo ao Universo, propõe um realismo assintótico.
em redação · defesa prevista para 2027
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Artigo
“A Máquina no Buraco”
O tropeço de Drummond e a epifania em queda em “A Máquina do Mundo”, lidos junto da Itabira do poeta e da mineração de ferro que consumiu o Pico do Cauê. Luso-Brazilian Review.
aceito · no prelo
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Comunicação
“After the Machine of the World”
A escassez alegórica como condição epistêmica do universo em expansão, no congresso Ratio Ethica, da Society for Literature, Science, and the Arts com a Universidade de São Paulo.
apresentado · SLSA e USP, 2026
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Dossiê, organização
“De Dante aos buracos negros”
Poéticas do ininteligível e a crise da representação da ciência contemporânea, dossiê da revista Em Tese.
em andamento · Em Tese, UFMG
Arquivo
Do mais recente ao mais antigo em cada categoria. Nos artigos, o ano é o do fascículo, e a data em que o texto de fato saiu vem ao lado quando é outra. Os fios acendem as obras por onde passam.
Livros
- em preparação Noemáfagos
- em preparação Glossário Poético da Cosmologia
- 2024 Estar na Grama
- 2024 Poema é isto
- 2014 Zumbi
- 2013–2014 Poemas
- 2013 Canto para a morte de Mandela
- 2005 Sonhos e outros sonos
Poesia digital
Tese de doutorado
Poemas em revistas e antologias
- 2025 “Três poemas de Danilo de Athayde”
- 2025 Nove poemas de Estar na Grama
- 2024 Brasilidades Poéticas II
- 2023 1º Prêmio Literário Fernando José Karl
- 2017 “3 poemas inéditos”
- 2016 “Três poemas inéditos”
- 2016 Poemas na escamandro n. 2
- 2016 “Foi você quem espalhou essas cinzas no chão?”
- 2016 “Ménage à trois”
- 2015 “Deus existe e minha mãe é triste”
- 2014 “Prince e outros poemas”
- 2014 Cinco poemas de Estar na Grama
- 2014 “Canto para a morte de Mandela (fragmentos)”
- 2014 “Não leia mais”
- 2013 “O dia do nojo do poema e outro poema”
- 2013 “Uma mulher a mais e outro poema”
- 2013 “Consiste em prendê-lo em cola”
- 2013 “Ataque de tubarão”
- 2013 “Os poemas de Borges”
- 2013 “Mais ou menos haicais”
- 2012 Três poemas
- 2012 “Fisiologia da decifração”
- 2012 “Noturno para Franz”
- 2012 “Outras folhas amarelas”
- 2012 “Pequenos artistas”
- 2012 “As três Graças”
- 2012 “Esquecimento conjurado”
Artigos em periódicos
- 2026 “A Máquina no Buraco: o tropeço de Drummond e a epifania em queda em ‘A Máquina do Mundo’”
- 2025 “A tradição do tempo: a transfiguração do ato contemplativo da poesia ao cinema”DOI 10.22475/rebeca.v14n2.1264
- 2024 “Dante e o Humanismo: a Máquina do Mundo, o centramento do humano e a antecipação do humanismo renascentista na Comédia”DOI 10.35699/1983-3636.2024.48311
- 2023 “O mundo não é um globinho de neve: Mundo, Universo e o descentramento do humano perante o infinito”DOI 10.22456/2596-0911.134152
- 2023 “O conceito de democracia na atualidade: reflexões sobre seu significado civilizacional”
- 2023 “Abortion in Brazil. Reproductive Rights as Human Rights: can the Brazilian State be held accountable?”
- 2014 “O arco do entendimento humanista em as ‘Máquinas do Mundo’: Dante, Camões, Drummond”
Trabalhos em anais
- 2025 “Camões e a Máquina Legível: ver, entender e conquistar”
- 2024 “O sino revirado: Drummond, a Máquina do Mundo e o Pico do Cauê”
- 2015 “A escola de Babel: aprendizagem, mundo virtual e um estudo de caso”
Comunicações e conferências
- 2026 “After the Machine of the World: Allegorical Scarcity as an Epistemic Condition in the Expanding Universe”
- 2026 “The Continuum and the Cut: Self-Reference, Cognitive Heuristics, and the Figuration of the Whole”
- 2026 “Alegoria técnica e deslocamento da função poética na disputa contemporânea pela figuração do cosmos”
- 2026 “Da Máquina do Mundo à Máquina do Universo: escassez alegórica e a representação da totalidade”
- 2026 “Escassez alegórica e a crise da legibilidade depois da tradição da ‘Máquina do Mundo’”
- 2025 “A escassez alegórica e o desafio contemporâneo”
- 2024 “O sino revirado: notas sobre ‘Itabira’, o Buraco do Cauê e a derrota incomparável em Carlos Drummond de Andrade”
- 2024 “Carlos Drummond de Andrade e a Máquina no Buraco”
- 2024 “The 400 Error of the Word Machine”
- 2023 “Interdisciplinaridade, intertextualidade e complexidade no mundo virtual: novos percursos de leitura para uma autonomia da aprendizagem”
- 2019 “Silent Scars: Torture, Amnesty and the Struggle for Truth in Brazil”
- 2016 “O arco do humanismo em as Máquinas do Mundo”
- 2016 “De volta para o passado: concretismo, fim da modernidade e o futuro que não chegou em poesia”
- 2015 “O reino da poesia é o lugar nenhum?”
- 2015 “Leitura e produção intertextual: contemporaneidade, mundo virtual e um estudo de caso”
- 2014 “Drummond recusa a Máquina do Mundo: o arco e o ocaso do entendimento humanista”
- 2014 “O arco do entendimento humanista: a inteligibilidade do mundo como um tema literário”
- 2014 “As interlocuções múltiplas de Augusto de Campos”
Ensaios e crítica
- 2026 “Make It Grief: Hamnet, Train Dreams, and the Prestige of Loss”
- 2025 “Sacred Time, Profane Screen: The Persistence of Mystical Contemplation in Cinema”
- 2024 “Didatismo e excesso: Grande Sertão (2024) e a ofuscação da narrativa pela mensagem política”
- 2024 Sem escrupularias
- 2014 “Por que poesia?”
- 2014 “O biógrafo em Verão: Coetzee”
- 2013 “O poeta perdido no mar: Hart Crane”
- 2013 Para além do que não há
- 2012 “Uma dose violenta de qualquer coisa: Geração Beat e desregramento poético”
- 2012 “O nome das Musas: desocultação e presença no canto de Hesíodo”
- 2012 “Édipo e Dejanira: a leitura comparada de dois heróis sofoclianos”
- 2012 “O que é Walt Whitman?”
- 2012 “Os mortos-vivos, os vivos e os mortos”
- 2012 “The Walking Dead e o mito dos zumbis”
- 2010 Entre Esopo e Orwell
Traduções
- 2015 Hart Crane, “A torre rompida”
- 2015 Shakespeare, soneto 19
- 2015 Poesia flarf
- 2014–2015 Poetas da dinastia Tang a partir de William Carlos Williams
- 2014 Poesia flarf: Gary Sullivan, Jordan Davis, Steve Roggenbuck
- 2014 Wallace Stevens, três poemas
- 2014 Walt Whitman, “Primeiros cadernos” (fragmentos) e “Havia uma criança que partia”
- 2014 William Blake, poemas e provérbios
- 2014 John Keats, “Ode sobre a melancolia”
- 2013 Alec Lichtenberg, “A empregada” e outros poemas
- 2013 Alec Lichtenberg, “Para o homem chorando na rua Gilman às 1h30 da manhã em uma noite de sábado” e outros poemas
- 2012 William Blake, “O Tygre”
- 2012 Blake, Dickinson, Crane: poemas da íntima experiência
Edição
- 2026 “De Dante aos buracos negros: poéticas do ininteligível e a crise da representação da ciência contemporânea”
- 2024–2026 Pareceres
- 2025– Em Tese
- 2015–2016 Hyperion